<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754</id><updated>2011-12-14T08:33:48.675-08:00</updated><category term='Garbiel García Márquez'/><category term='livro'/><category term='memórias'/><title type='text'>Camaleônico.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Mariana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04032669099332824861</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-XE7G5EobeBI/TkE8ymTqifI/AAAAAAAAADo/kSOMpotJkt4/s220/twittermurderfucker.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-7212750686483135098</id><published>2011-12-09T11:15:00.001-08:00</published><updated>2011-12-09T11:36:54.137-08:00</updated><title type='text'>Palavras com S, que se parecem com grandes buracos escuros.</title><content type='html'>Tem um buraco,&amp;nbsp;grande&amp;nbsp;e escuro,&amp;nbsp;no fundo da alma.&lt;br /&gt;Já tentamos indagá-lo, pedir que desocupe o espaço e até conversarmos, amigavelmente.&lt;br /&gt;Tentamos, nós, eu e meu amigo imaginário, uma mistura de consciência externa, totalmente inconsequente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabíamos o seu nome para chamá-lo.&lt;br /&gt;Então imaginamos, uma daquelas palavras com S, que se parecem com grandes buracos escuros.&lt;br /&gt;Tentamos SOLIDÃO&lt;br /&gt;Tentamos &amp;nbsp;SAUDADE&lt;br /&gt;Nada, nem se mexeu.&lt;br /&gt;Aliás tinha dias que se mexia, sem precisar incomodá-lo.&lt;br /&gt;Se aumentava, e doía, fazia da alma um pequeno resquício de coisa, ao redor de um grande e escuro buraco, que doía.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentamos SILÊNCIO&lt;br /&gt;Nos dicionários mais atualizados já se encontra: Palavra com S que se parece com um buraco grande e escuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ele era silêncio, ele não falava. Óbvio.&lt;br /&gt;Ele era tudo aquilo que não se falava, que deixava-se para lá, por receio.&lt;br /&gt;Aquelas coisas que dia menos dia, voltam no meio da noite, ou quando estamos andando por aí, às vezes até quando acontece alguma coisa que nos lembra da SAUDADE e da SOLIDÃO.&lt;br /&gt;Eu sempre lembro de uma frase, que escrevi, faz muito tempo, num desses dias que o silêncio incomoda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Até as coisas mais bonitas, quando remoídas, apodrecem"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não vai responder, eu sei.&lt;br /&gt;Mas tem dias que ainda tentamos, e dizemos&lt;br /&gt;SILÊNCIO, você se parece muito com a SAUDADE e com a SOLIDÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-7212750686483135098?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/7212750686483135098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=7212750686483135098' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/7212750686483135098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/7212750686483135098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2011/12/palavras-com-s-que-se-parecem-com.html' title='Palavras com S, que se parecem com grandes buracos escuros.'/><author><name>Mariana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04032669099332824861</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-XE7G5EobeBI/TkE8ymTqifI/AAAAAAAAADo/kSOMpotJkt4/s220/twittermurderfucker.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-4901104328562241427</id><published>2011-11-25T10:52:00.001-08:00</published><updated>2011-11-25T11:14:24.484-08:00</updated><title type='text'>Felicidade, na mesa 3.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amigo :&lt;/b&gt; - Sabe, tive um sonho horrível noite passada. Estavatrepando com o tempo, e ele me olhou no olho e disse "Tôu acabandoBabe". Se não bastasse isso, estavam todos aqueles canalhas que me odeiam,olhando para mim e rindo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amiga :&lt;/b&gt; - Eu tive um pesadelo dia desses, num sábado àtarde, que diabos de mundo é esse onde se tem pesadelo em sábado à tarde?!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Imagina: A trilha sonora era Vera, mas era algum babaca comuma voz pior que a minha, cantando "Does anybody here remembers VeraLynn?..." e tinha uma casa que eu até sei onde fica, e mesmo não tendodois andares, lá ela tinha dois andares. Tinha uma puta porta enorme nessacasa, e eu tentei entrar foi aí que o teto e o chão começaram a me comprimir,com o babaca cantando "Doeees any body here remembers Vera Lynn?"... Destruiucom a minha tarde de sábado e destruiu com uma música que eu gosto... Isso que épesadelo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amigo:&lt;/b&gt; - É muita música, muito livro, muito filme. Essasdivagações aí não ajudam nada também. Nós devíamos dar uma parada, sentar eficar lá achando que somos felizes...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amiga :&lt;/b&gt; - Naaaah. Se não nós vamos virar aquele monte debabaca que nos odeia. Ia ser muito chato achar que se é feliz... &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amigo:&lt;/b&gt; - Felicidade... Para mim nem a psicanálise adiantamais. Talvez se me entupissem de boletinhas e tatuassem um sorriso bem bonitono meu rosto... Mas aí ia ser pura invenção, eu neutralizado e feliz, que nem osbabacas que nos odeiam... hahahahaha&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amiga:&lt;/b&gt; - Sabe, que liguei a TV e fiquei pensando como ficam reproduzindoque a felicidade está no outro: na pessoa amada, no dinheiro, no filho, e poraí vai. E sempre tem um longo drama até se chegar no outro, aí nasce ou filho,ou o personagem casa , ganha dinheiro e a novela acaba. Essa porcaria de estadode espírito que inventaram mal começa e já acaba.Será que quem assiste não sedá conta que eles só mostram a espera da felicidade e que a felicidade mesmo,nem eles sabem fabricar?! hahahahahaha&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amigo:&lt;/b&gt; - É que é uma pobreza de espírito achar que a felicidadeestá no outro e que a felicidade é um estado de espírito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amiga:&lt;/b&gt; - Pois é, eu sou feliz, mas não a porra do diainteiro. Às vezes eu acordo feliz, aí por algum motivo, ou por um pensamento daqueles:"as coisas não fazem sentido, eu não faço sentido e blá blá blá, o mundovai acabar...", eu fico triste poxa. E não é nem triste, às vezes, étriste, às vezes é raiva... Mas poxa, que merda né, imagina se fizessem uma novelasobre ser infeliz, uma hora se está feliz, aí vem o pensamento e baang! Aí...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amigo: &lt;/b&gt;- Não ia dar certo... Ninguém ia assitir, não iavincular ia ser que nem o filme do Von Trier que nem veio para cá...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amiga:&lt;/b&gt; - Está aí viu, o Von Trier produziu coisasmaravilhosas e infelizes. Eu quando estou infeliz faço um monte de coisas.Esses dias desenhei um gato lindo, e dei de presente aquele puta gato lindo,cheio da minha infelicidade e a pessoa que ganhou ficou feliz e achou o gato umputa gato bonito. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amigo: &lt;/b&gt;- É claro. Pensa só nessas frasezinhas que o pessoalfica colando no facebook, tudo fruto de uma puta infelicidade de um monte degente maluca: Clarice Lispector, CFA, Bukowski, Vinícius de Moraes...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amiga:&lt;/b&gt; - O Vinícius enchia a cara de whisky, o whisky nos fazpensar que somos felizes... Nós andamos bebendo muita cerveja, temos que beber maiswhisky. Está aí: a nossa resposta... ou ao menos mais uma desculpa para bebermais whisky e inventar alguma coisa maluca para fazer HAHAHAHA&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amigo:&lt;/b&gt; - HAHAHAHA... Vou fumar um cigarro...&amp;nbsp; Vai lá fora comigo?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amiga:&lt;/b&gt; - Acho que vou aproveitar e ir embora.&amp;nbsp; Já é uma hora da manhã, tenho que terminarumas coisas, começar outras, sabe como é, dormir, dar bom dia pro sol, acharque sou feliz e aí ficar triste, ficar feliz, e começar e terminar outrascoisas malucas...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amigo:&lt;/b&gt; - Poisé, ir para casa é uma boa ideia. Sabe que ela estádormindo lá em casa né?! Está passando uns tempos: brigou com pai, com a mãe,com a vida, mas ainda me ama...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amiga:&lt;/b&gt; - É, vai lá, deixa a conta comigo. A gente se vê naoutra sexta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Amigo:&lt;/b&gt; - Na outra sexta é por minha conta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-4901104328562241427?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/4901104328562241427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=4901104328562241427' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/4901104328562241427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/4901104328562241427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2011/11/felicidade-na-mesa-3.html' title='Felicidade, na mesa 3.'/><author><name>Mariana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04032669099332824861</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-XE7G5EobeBI/TkE8ymTqifI/AAAAAAAAADo/kSOMpotJkt4/s220/twittermurderfucker.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-8948206993802078410</id><published>2011-11-19T19:13:00.001-08:00</published><updated>2011-11-19T19:14:09.968-08:00</updated><title type='text'>Tempo</title><content type='html'>Na noite passada descobri &lt;br /&gt;que jamais ia recuperar nada do tempo desperdiçado.&lt;br /&gt;Em todos esses anos, morri todas aquelas vezes que fiz o que queriam que eu fizesse, que fiz o que devia fazer e que não errei como eu queria errar. &lt;br /&gt;Essas pequenas terríveis mortes, &lt;br /&gt;como elas doem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a dor, não passa de um puta&lt;br /&gt;de luxo, &lt;br /&gt;daquelas que cobra caro, nos cobra o tempo &lt;br /&gt;e sente prazer em fazer isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não ia me perdoar jamais pelos dias perdidos, fudidos, chorados e doídos. &lt;br /&gt;Menos perdões ainda, teriam aqueles dias em que: sorri, sem ter achado a menor graça, ou os que mantive a calma querendo gritar, os que não escrevi, os que não li e principalmente os que não amei.&lt;br /&gt;Sabe essa culpa de não ter vivido o que se queria viver? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há remédio para a culpa do tempo e do ser.&lt;br /&gt;Não funcionam os planos, nem as análises e muito menos as 3 pílulas lícitas após o café da manhã.&lt;br /&gt;Não quero saber mais o que deveria fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liberdade só rima com brincar de Rimbaud.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Larguei toda culpa, toda morte e toda dor. &lt;br /&gt;Enterrei aqui, nessa terra onde eu não consigo fazer nascer mais nada.&lt;br /&gt;Fui ver o mundo.&lt;br /&gt;Fui cometer uns erros. &lt;br /&gt;Fui sorrir sem pudores&lt;br /&gt;Fui Olhar nos olhos da vida, &lt;br /&gt;lhe beijar a boca e dizer: - Eu te amo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-8948206993802078410?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/8948206993802078410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=8948206993802078410' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/8948206993802078410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/8948206993802078410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2011/11/tempo.html' title='Tempo'/><author><name>Mariana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04032669099332824861</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-XE7G5EobeBI/TkE8ymTqifI/AAAAAAAAADo/kSOMpotJkt4/s220/twittermurderfucker.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-2425943095469247657</id><published>2011-11-11T07:26:00.000-08:00</published><updated>2011-11-11T07:40:37.606-08:00</updated><title type='text'>.</title><content type='html'>&lt;div&gt;[Gosto desse poema de Raymond Carver.]&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Where They'd Lived&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Everywhere he went that day &lt;/div&gt;&lt;div&gt;he walked in his own past. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Kicked through piles of memories. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Looked through windows&lt;/div&gt;&lt;div&gt;that no longer belonged to him.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Work and poverty and short change.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;In those days they'd lived by their wills,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;determined to be invincible.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nothing could stop them. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Not for the longest while.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;In the motel room&lt;/div&gt;&lt;div&gt;that night, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;in the early morning hours,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;he opened a curtain. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Saw clouds banked against the moon. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;He leaned closer to the glass. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cold air passed through &lt;/div&gt;&lt;div&gt;and put its hand over his heart.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;I loved you,&lt;br /&gt;he thought.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Loved you well.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Before loving you no longer. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-2425943095469247657?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/2425943095469247657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=2425943095469247657' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/2425943095469247657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/2425943095469247657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2011/11/blog-post.html' title='.'/><author><name>Mariana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04032669099332824861</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-XE7G5EobeBI/TkE8ymTqifI/AAAAAAAAADo/kSOMpotJkt4/s220/twittermurderfucker.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-8048885171456787963</id><published>2011-08-19T06:38:00.000-07:00</published><updated>2011-08-19T14:58:41.614-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Garbiel García Márquez'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><title type='text'>os MEUS primeiros livros do Gabito!</title><content type='html'>Foi entre fim de 2007 e início de 2008, eu tinha 14 anos e li "Memórias de minhas putas tristes", minha primeira leitura de um Gabriel García Márquez. Apesar de idade e tamanho de Delgadinha, desde o primeiro instante incorporei no velho Jornalista e ainda hoje, às vezes lembro dele falando e repito por aí: - "Quando meus gostos musicais entraram em crise me descobri atrasado e velho, e abri meu coração às delícias do acaso."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não muito tempo depois, eu e dois amigos estávamos, na cerimônia de um casamento, conversando sobre aquele que agora (mais íntimo) já era o Gabo, quando de repente um senhor de cabelos brancos, que estava sentado no banco à nosso frente, nos olha e ao invés de um óbvio pedido de silêncio, sorri e pergunta já afirmando: "Algum de vocês já leu "Crônica de uma Morte anunciada"?! Acho fantástico!". A partir daí a conversa se estendeu e eu jamais saberei a cor do vestido da noiva, mas o porquê das borboletas amarelas representando sempre a morte na obra de García Márquez, nós quatro conseguimos encontrar milhares de explicações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente o segundo livro dele que li, foi Cem Anos de Solidão. Sempre que me perguntam eu digo que gosto dele, mas só gosto também. Apesar de achar fundamental para entender outros livros do GGM que por muitas vezes apresentam alguma relação, nem que seja sutil, com os acontecidos em Macondo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Do amor e outros demônios" foi uma paixão intensa, eu conotativamente o comi em um dia. Imaginei: cada cena nos seus mínimos detalhes, as mil maneiras de conseguir tanto cabelo para montar a personagem de Sierva María de Todos los Ángeles, porque naturalmente eu iria adaptar o livro para o cinema. Dias atrás descobri que o filme já existe, mas não passou nos cinemas brasileiros e não encontrei para download, então ainda guardo minhas anotações sobre como conseguir tamanha quantidade cabelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria uma estragação de texto desnecessária mencionar cada um dos livros de GGM que li, portanto vou direto aos que eu gostaria realmente de compartilhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compartilhar me lembra "O amor nos tempos do cólera" porque já dei ele de presente para os mais diversos amigos nas mais diversas ocasiões. Ele é puro amor, O AMOR de 51 anos, 9 meses e 4 dias e "Era inevitável: os cheiros das amêndoas amargas lhe lembrava sempre o destino dos amores contrariados" dava para ouvir "Eu te amo" do Chico Buarque no fundo do livro. Mas não se enganem pensando em idealismos amorosos, porque uma das grandes pérolas do Gabito dessa história é, com toda certeza, a infeliz verdade que: "a gente vem ao mundo com as trepadas contadas, e as que não se usam por qualquer motivo, próprio ou alheio, voluntário ou forçado, se perdem para sempre".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Viver para contar" foi um dos últimos que li, o livro das memórias de Gabriel García Márquez. É uma vida inteira contada, a obra literária do Gabo, inteira, aberta e com certeza é um dos livros culpados por eu ter escolhido o curso de jornalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de tantas memórias, Gabriel García Márquez nunca morou na minha estante. Brinco que tive diversos casos com ele, porque quando as histórias acabavam teria que devolver o livro para quem havia me emprestado. Mas isso foi só até essa última quarta-feira, 17 de agosto de 2011.&lt;br /&gt;Um daqueles dias de vento quente, era por volta das 13:17 hs, que me foram entregues pela mão de uma amiga, enrolados caprichosamente em plástico-bolha os dois volumes de "Textos do Caribe". Esses deixaram de ser só meramente casos, comprei, são meus, moram comigo! Mas comprei usados, já foram de vários outros que eu desconheço, porque se não, depois de tanto tempo e tantas histórias, não teria menor graça me deparar com um Gabriel García Márquez virgem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-8048885171456787963?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/8048885171456787963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=8048885171456787963' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/8048885171456787963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/8048885171456787963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2011/08/os-meus-primeiros-livros-do-gabito.html' title='os MEUS primeiros livros do Gabito!'/><author><name>Mariana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04032669099332824861</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-XE7G5EobeBI/TkE8ymTqifI/AAAAAAAAADo/kSOMpotJkt4/s220/twittermurderfucker.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-4169600467430610019</id><published>2011-08-09T07:01:00.000-07:00</published><updated>2011-08-09T07:25:54.988-07:00</updated><title type='text'>Sobreviventes</title><content type='html'>Eu tinha canetas, papéis e inspirações suficientes para escrever a história da menina que tinha um dragão em seu estômago.&lt;br /&gt;No final a história era mesmo sobre esse réptil de tamanho reduzido, que num mundo como o da menina onde armas e homens de bem andavam juntos, só desejava perder todos os sentidos. Dessa forma, o animal irritado era dito como resposável por todas as frequentes crises de náuseas que ocupavam o dia e a noite da menina.&lt;br /&gt;Mas não podemos julgar apenas o pobre bicho que nem deste mundo era. A menina era em muito culpada por sua situação, afinal, se engoliu um dragão que nem pertencia a esse planeta, era porque de alguma forma não conseguia ser também de um mundo que nem os dragões suportam sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa história poderia ter sido escrita na íntegra, mas não foi, são apenas pedaços. Em pedaços também estão: a história do homem mais aconchegante do mundo, com suas várias poltronas tatuadas no peito a próprio punho e a que descreve a foto da minha viagem até o planetinha do Pequeno Príncipe, onde tomei chá de pimenta-turquesa com Ziggy Stardust e todas as aranhas de Marte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos esses relatos foram parcialmente perdidos e ainda me restam canetas, inspirações e papéis vazios.&lt;br /&gt;Vazios como os ventos lá fora, que culminam num tal qual vazios os ventos aqui dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Os pedaços só foram recuperados após uma dessas sérias conversas de bar, onde alguém de forma sábia e alegre perguntou: " Como nós sobrevivemos?"&lt;br /&gt;Naquele ponto eu realmente não sabia se aquilo tinha alguma relação com os atentados na Noruega ou com a morte de Amy Winehouse, mas enfim "SOBREVIVEMOS", então os nossos pedaços devem sobreviver também.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-4169600467430610019?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/4169600467430610019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=4169600467430610019' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/4169600467430610019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/4169600467430610019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2011/08/sobreviventes.html' title='Sobreviventes'/><author><name>Mariana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04032669099332824861</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-XE7G5EobeBI/TkE8ymTqifI/AAAAAAAAADo/kSOMpotJkt4/s220/twittermurderfucker.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-8665240022035272506</id><published>2011-05-16T17:58:00.000-07:00</published><updated>2011-05-16T17:58:50.704-07:00</updated><title type='text'>Jamais deixem a música parar!</title><content type='html'>&lt;em&gt;"Em épocas passadas as coisas eram lisas, não sei explicar como e que coisas, mas eram lisas, se voltassem a ser lisas eu parava de pensar que tudo ia ficar melhor quando as coisas voltassem a ser lisas" (Trecho de "Cartas Imaginárias que ninguém recebeu" - Livro nunca&amp;nbsp;publicado que se perdeu completamente por entre os pensamentos da autora.)&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Angela vestiu suas velhas calças, já mais justas do que pretas, colocou também uma camiseta daquelas recortadas na gola e sentiu-se com 13 anos novamente. O tempo dava ares de sexta -feira, os ponteiros indicavam que já passavam das duas da tarde e em breve as garotas estariam lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A campainha toca, quando Angela abre a porta, garotas que mais se parecem com vulcões adentram a sala, uma delas abraça e logo rouba uma tragada do cigarro que havia entre os dedos de Angela, enquanto a outra ri e multiplica garrafas de dentro de sua bolsa. Uma das garotas torce o botão do volume e deixa a música retumbando, um velho rock n' roll que aos poucos recriava os anos 70.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Angela vai até a janela, acende outro cigarro, e se pergunta se tem alguma razão naquilo, se pergunta o porquê dos dias passarem se repetindo sucessivamente, nada mudava, ela não tinha amores, não tinha objetivos, era uma guerra diária entre o ócio e a inércia. Mesmo assim ela sempre tentava fazer algo, mas no fundo voltava pra aquele passado das músicas dela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As horas passavam e todas elas já sentiam o brilho do inferno, Angela só sabia que estava viva quando sentia os pulmões queimando a cada tragada, o seu coração batia ao timbre da música e a impressão que dava é que quando a guitarra parasse ela parava também, então a única regra era jamais deixar a música parar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PS: Texto escrito e publicado originalmente na sexta-feira de 21 de novembro de 2008, a autoria também é minha.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-8665240022035272506?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/8665240022035272506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=8665240022035272506' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/8665240022035272506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/8665240022035272506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2011/05/jamais-deixem-musica-parar.html' title='Jamais deixem a música parar!'/><author><name>Mariana Feistauer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vpvfQsZ785U/TJf4UeWRFVI/AAAAAAAAAEA/oXM-jv5uE9o/S220/05-11+124.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-1176053781182544406</id><published>2011-04-26T03:25:00.000-07:00</published><updated>2011-04-26T03:25:56.245-07:00</updated><title type='text'>Trecho de: "Filhos da era silenciosa"</title><content type='html'>Filhos da era silenciosa&lt;br /&gt;Ouvem as músicas de Sam Therapy e King Dice&lt;br /&gt;Filhos da era silenciosa&lt;br /&gt;São pegos em bares e choram apenas uma vez&lt;br /&gt;Filhos da era silenciosa&lt;br /&gt;Fazem amor apenas uma vez,&amp;nbsp;mas sonham e sonham&lt;br /&gt;Eles não andam, eles simplesmente deslizam dentro e fora da vida&lt;br /&gt;Eles nunca morrem, eles apenas vão dormir um dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Tradução de um trecho da música&amp;nbsp;Sons of the Silent Age - David Bowie)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-1176053781182544406?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/1176053781182544406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=1176053781182544406' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/1176053781182544406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/1176053781182544406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2011/04/trecho-de-filhos-da-era-silenciosa.html' title='Trecho de: &quot;Filhos da era silenciosa&quot;'/><author><name>Mariana Feistauer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vpvfQsZ785U/TJf4UeWRFVI/AAAAAAAAAEA/oXM-jv5uE9o/S220/05-11+124.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-8065800580593388836</id><published>2010-09-22T19:46:00.000-07:00</published><updated>2010-09-22T19:46:30.554-07:00</updated><title type='text'>Um cartão postal do Sri Lanka?!</title><content type='html'>O início foi num ponto entre meus olhos e o teu nariz,&lt;br /&gt;onde a tua boca achou a minha e eu me perdi.&lt;br /&gt;E por acaso, noite dessas, que é inverno&amp;nbsp;mas faz calor,&amp;nbsp;tu, mais por acaso ainda: aqui.&lt;br /&gt;A Indepência, e a República, derrubar&amp;nbsp;a hipocrisia, ser livre, o rock n' roll, a vodka&amp;nbsp;e&amp;nbsp;tu dizia, mandava eu entender que eu ia ser um sucesso, porque eu era&amp;nbsp;ímpar&amp;nbsp;e eu fazia um brinde e dizia "ao nosso sucesso" e parava com tanto clichê e te mandava sorrir,&amp;nbsp;te mandava me cantar um blues me contar alguma coisa, fazer as horas durarem, matar a saudade dos teus 32 dentes, tua língua, voz, loucura, corpo e cheiro.&lt;br /&gt;Já eram&amp;nbsp;4 horas,&lt;br /&gt;4 horas &amp;nbsp;com vodka, &lt;br /&gt;4 horas&amp;nbsp;contigo,&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Aí eram as 4 horas pra te ver ir embora de novo, te dar tchau, aquela&amp;nbsp;sensação estranha&amp;nbsp;de sempre:&amp;nbsp;de que&amp;nbsp;tu vai&amp;nbsp;pra sempre... &lt;br /&gt;Eu te dando desculpa de fechar a porta, repetindo&amp;nbsp;algumas vezes que vou sentir saudades, me atrapalhando toda enquanto aqui dentro tocava Tatuagem do Chico,&amp;nbsp;e&amp;nbsp;aqui fora&amp;nbsp;o&amp;nbsp;teu abraço forte, apertado, doía de um&amp;nbsp;jeito tão bom,&amp;nbsp;é assim se misturaram coração, nó na garganta e língua.&amp;nbsp;E&amp;nbsp;ali no teu ouvido, eu,&amp;nbsp;curta e grossa disse "Eu te amo pra caralho, mesmo...", podia ter sido mais ensaiado, e ter soado só como aquele trecho do Caio&amp;nbsp;que diz "que aconteça uma coisa bem bonita pra você, me deseja também uma coisa bem bonita", mas sinceridade não se ensaia, principalmente quando era segredo.&lt;br /&gt;E então a música parou&lt;br /&gt;e&amp;nbsp;eu não ouvi mais nada, &lt;br /&gt;nem aqui dentro, nem aí fora,&lt;br /&gt;não quis olhar para as tuas costas, &lt;br /&gt;fiquei&amp;nbsp;olhando pro nada, &lt;br /&gt;precisando escrever, &lt;br /&gt;precisando esquecer...&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-8065800580593388836?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/8065800580593388836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=8065800580593388836' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/8065800580593388836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/8065800580593388836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2010/09/um-cartao-postal-do-sri-lanka.html' title='Um cartão postal do Sri Lanka?!'/><author><name>Mariana Feistauer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vpvfQsZ785U/TJf4UeWRFVI/AAAAAAAAAEA/oXM-jv5uE9o/S220/05-11+124.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-6522353864398545701</id><published>2010-07-13T12:35:00.000-07:00</published><updated>2010-07-13T13:15:23.642-07:00</updated><title type='text'>Um Tango colorido de pernas de fora.</title><content type='html'>Ali na rua passavam três mulheres com vendas,&lt;br /&gt;uma era na boca,&lt;br /&gt;a segunda era nos ohos,&lt;br /&gt;a terceira atravessava de orelha a orelha.&lt;br /&gt;todas podiam tirá-las, mas não queriam.&lt;br /&gt;todas podiam pensar, mas também não queriam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota bonita,&lt;br /&gt;também olhava a rua da janela,&lt;br /&gt;de boca calada,&lt;br /&gt;pernas abertas,&lt;br /&gt;esperava o futuro marido,&lt;br /&gt;aquele garoto que aprendia dar nó na gravata&lt;br /&gt;futuro pai de seus dois filhos,&lt;br /&gt;seu senhor e de mais três futuras amantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E todos esses que passavam, olhavam, ouviam e aprendiam dar nós de gravata&lt;br /&gt;ficaram de cabelos em pé&lt;br /&gt;e água na boca,&lt;br /&gt;quando a moça,&lt;br /&gt;de pernas de fora,&lt;br /&gt;cabelos bem compridos&lt;br /&gt;e costas coloridas&lt;br /&gt;disse:&lt;br /&gt;- Que dia para se dançar um tango no sol.&lt;br /&gt;e ali mesmo na rua,&lt;br /&gt;bem no meio&lt;br /&gt;dançou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-6522353864398545701?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/6522353864398545701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=6522353864398545701' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/6522353864398545701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/6522353864398545701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2010/07/um-tango-colorido-de-pernas-de-fora.html' title='Um Tango colorido de pernas de fora.'/><author><name>Mariana Feistauer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vpvfQsZ785U/TJf4UeWRFVI/AAAAAAAAAEA/oXM-jv5uE9o/S220/05-11+124.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-8599364005279325030</id><published>2010-06-10T16:27:00.001-07:00</published><updated>2010-06-10T17:09:02.864-07:00</updated><title type='text'>gostocheirojeito e samba.</title><content type='html'>Tive um daqueles sonhos bons noite passada, aqueles com jeito de surpresa porque nada lá realmente aconteceu. Tinha um gosto, um jeito e até um cheiro de "queria-que-fosse-assim". Enfim no sonho, eu te escrevia uma carta mais para bilhete, podia meio que parecer até um poema, mas como não sei, nunca soube e acho que nem talento tenho para poeta, vou chamar de samba(mesmo a rima sendo pobre e melodia nenhuma existindo),porque samba todos dotados de visão e de alma sabem fazer.&lt;br /&gt;Como todo sonho bom que não termina com brutalidades inexplicáveis, somos capazes lembrar de todo o final detalhadamente e é bem nesse momento que eu me vi te escrever, algo que dizia, ou melhor, algo que tocava(porque era samba), quase que assim:&lt;br /&gt;"Se amanhã eu sentir saudades, acharei uns mil e mais uns por quês pra isso, os meus medos de nunca mais te ver vou esconder atrás da terrível distância das horas e fingir que não sinto-os tremendo sob ponteiros.&lt;br /&gt;Vou lembrar de ti, do teu riso, tua voz, meus olhos que viam os teus assim: coloridos."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-8599364005279325030?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/8599364005279325030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=8599364005279325030' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/8599364005279325030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/8599364005279325030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2010/06/gostocheirojeito-e-samba.html' title='gostocheirojeito e samba.'/><author><name>Mariana Feistauer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vpvfQsZ785U/TJf4UeWRFVI/AAAAAAAAAEA/oXM-jv5uE9o/S220/05-11+124.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-6223852570843275691</id><published>2010-03-22T17:33:00.000-07:00</published><updated>2010-03-22T17:40:51.179-07:00</updated><title type='text'>.</title><content type='html'>E a Saudade é só esse largo espaço de dúvida, que existe entre um Tchau e o Adeus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-6223852570843275691?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/6223852570843275691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=6223852570843275691' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/6223852570843275691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/6223852570843275691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2010/03/blog-post.html' title='.'/><author><name>Mariana Feistauer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vpvfQsZ785U/TJf4UeWRFVI/AAAAAAAAAEA/oXM-jv5uE9o/S220/05-11+124.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-6095334889488993255</id><published>2010-02-15T19:07:00.000-08:00</published><updated>2010-02-15T19:11:20.901-08:00</updated><title type='text'>Curtas e conversas I.</title><content type='html'>Numa tarde ociosa de domingo, quando bem por acaso fui parar na casa da avó de uma amiga, uma senhora beirando os oitenta anos que passava o tempo quase que sozinha desde a morte do marido, então quando me viu chegar já foi me mandando sentar e comer uma das bolachas de um pote cristal, com a intimidade de quem me conhecia desde que eu era “desse tamanhozinho assim”. Me fez perguntas usuais de avó, sobre o colégio, a saúde, e não lembro ao certo no meio de qual frase ela parou, deu um suspiro que na minha mente metida a cineasta amadora acenderam dois refletores, meus olhos viraram uma câmera mini DV e fizeram primeiro uma ronda na iluminação e quando fechei o plano nela, peguei os sinais da idade, sinais de alguém que teve onze irmãos, mãe dona de casa, pai rico que bebia muito, com fazenda e tudo mais, mas que vendeu o tudo mais e largou toda a família numa cidadezinha bem pequena pra fugir e casar com uma dançarina de bordel. Bem aqui quando repetia que mesmo assim não tinha raiva dele, que tinha só pena, eu quis mostrar os olhos e o suspiro, dava um suspiro cinematográficamente imperdível no final de cada acontecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me encheu a lente do primeiro sorriso quando me mostrou uma foto de moça, tinha mais ou menos uns 15 anos quando veio pra essa cidade que se encontra desde então, veio pra fazer o ginásio, morava no centro, e estudava em colégio de freira, porque moça direita ia na igreja, estudava em colégio assim, com uniforme de saia comprida e que tinha congregação e não ficava no portão esperando os rapazes passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história de como conheceu o marido, começou quando me apontou pra filmar o quadro da foto do casamento, disse que na época queria estudar e trabalhar, e ele muito interessado nela, passava todas as tardes na casa dela pra levar bombons para a futura sogra, ela fazia charme, mas disse que bem que gostava do interesse, no meio tempo ele sofreu um acidente coisa quase bem séria, foi que pela insistência da mãe mandou uma carta de melhoras pra ele(ela bem tentou procurar a carta nem que fosse pra eu ter tirado foto), visitou-o no hospital junto com a mãe , e no que ele deu alta aceitou de vez o noivado mesmo sabendo que ia ter que cuidar dele pra sempre, e brilhava o olho dela só de dizer que em todos aqueles anos pelo menos uma vez no ano ele tinha que ir no hospital porque as vezes o machucado da perna piorava e ela nunca se abateu, porque como ele nunca reclamava de nada não tinha como deixar de sorrir do lado dele, e eu queria conseguir captar as saudades com a minha lente que ia ter se enchido na hora que ela sem me dizer, com o canto do olho filmado me confessou que aquilo era amor de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conversa se alongou por horas, falou rápido sobre a morte do marido porque não quis chorar, e só passou pela história de um dos filhos que perdeu pra poder contar dos outros que moravam ali pertinho, e pra quem ela fazia doces. Doces que ficaram famosos, tanto que ela trabalhava, tinha empregada mas ela que cozinhava, tanto na casa dela quanto das outras noras e também fazia pra ajudar o pessoal da caridade da igreja, porque ela vivia bem, viajava pra europa nos tempos de casada, andou nos primeiros aviões, a vida era boa me suspirava ela.&lt;br /&gt;Contou dos netos, das noras, e aí voltou a falar do pai que ela viu pela última vez, velho, doente num hospital desses pequenos, mas que depois não teve notícia, soube que morreu sem mulher e sem ninguém, e repetiu que tinha pena, com sinceridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perto de acabar a bateria inútil da mini DV, que acaba nas melhores partes, avisei-a e ela me deu um presente de final, repetiu sobre os trabalhos que teve, comentou novamente da morte do marido e como quem se acomoda de vez na poltrona, encostou-se pra trás fechou os olhos deu aquele suspiro clássico e disse com satisfação e gosto “e eu, apesar de tudo, eu estou aqui de pé, até hoje!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único retoque de edição, foi nesse final, que com toda tecnologia de animação enquanto ela fechava esse último bordão fiz o rosto dela ir voltando na idade e finalizei num plano fechado onde ela voltava a ter os 15 anos da foto do ginásio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-6095334889488993255?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/6095334889488993255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=6095334889488993255' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/6095334889488993255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/6095334889488993255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2010/02/curtas-e-conversas-i.html' title='Curtas e conversas I.'/><author><name>Mariana Feistauer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vpvfQsZ785U/TJf4UeWRFVI/AAAAAAAAAEA/oXM-jv5uE9o/S220/05-11+124.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-4313733323380510670</id><published>2010-02-07T03:15:00.000-08:00</published><updated>2010-02-07T03:16:37.044-08:00</updated><title type='text'>Batom cor ameixa nº5</title><content type='html'>Esta é a breve história de como Jorge Aurélio Epífaro acabou viciado em batons cor de ameixa nº 5 da ex (talvez) namorada que fugiu com um ativista hippie vegetariano para Amsterdam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama começa numa “balada” paulistana, com Jorge, 23 anos, que recém acabara um relacionamento de 4 anos que teve com a primeira namorada. O lugar era repleto de luzes coloridas que não deixavam ver um palmo na frente. Jorge, que havia sido deixado, não se importava. Tomava ali o primeiro porre de sua vida e sentia-se confiante o bastante pra dançar o eletronic-psy-trance que complementava a sensação de embriaguez. Sentia-se tão bem que foi até o meio da pista e, de súbito, sentiu duas mãos macias deslizarem pela sua nuca, voltou-se na direção delas e deu um beijo estralando na garota de vestido curto preto e saltos muito (mas muito) altos. Jorge nunca tinha visto um beijo daqueles. Viu estrelas, nuvens, luas, viu tudo mesmo naquela escuridão e concluiu que aquilo sim era amor, não os 4 anos que passara com Lúcia Gabriela. Maria Isabel, ou melhor, Bebel, que era como gostava de ser chamada a garota de 20 anos recém feitos,que já estava sem o batom ameixa nº5 nos lábios e pedia pra Jorge lhe levar para algum lugar fora dali. Jorge ainda sentindo-se confuso, levou-a pra casa e aí já sabemos o que Jorge não sabia. Ela mostrou pra ele do kama sutra ao tântrico com toda a irreverência de uma ex- punk de boutique (agora alternativa até os ossos), fazendo as luas, estrelas e tudo mais aumentarem a cada beijo.&lt;br /&gt;O romance se tornou namoro. Bebel até se mudou pro flat de Jorge, pois ele dizia não conseguir viver sem ela. Era um beijo, e as nuvens, as luas e tudo mais voltavam pra ele. Ele tinha que parar tudo que estivesse fazendo pra ficar ao lado de Bebel, que retocava o batom e dizia ver as tais luzes, luas, nuvens e tudo mais também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O namoro acabou tragicamente quando Jorge descobriu o caso que Bebel mantinha com um&lt;br /&gt;holandês ativista hippie vegetariano, e então, ele terminou tudo com o propósito de esquecer Bebel. Os dias iam passando, e depois de um mês parecia crise de abstinência o que sentia no escritório. Queria tanto as luas, as luzes, as nuvens, os sóis e ele, que nunca bebia, ficou uma semana bebendo. Fumou sem tragar, pois tinha asma, e então, ligou para Bebel tremendo, dizendo o que estava acontecendo, que a queria de volta e que precisava do seu amor, das luzes, os sóis, enfim, vocês entenderam. Ela riu no telefone e contou-lhe que não era de amor que ele precisava, mas era do batom que ela usava sem parar (o batom ameixa Nº5 continha compostos lisérgicos e era famoso nas baladas mais moderninhas de Amsterdam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje Bebel e Jorge são amigos. Ela mora em Amsterdam com o holândes, abriu uma loja de tulipas e todo mês manda o batom ameixa Nº5 que Jorge não consegue viver sem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-4313733323380510670?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/4313733323380510670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=4313733323380510670' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/4313733323380510670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/4313733323380510670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2010/02/batom-cor-ameixa-n5.html' title='Batom cor ameixa nº5'/><author><name>Mariana Feistauer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vpvfQsZ785U/TJf4UeWRFVI/AAAAAAAAAEA/oXM-jv5uE9o/S220/05-11+124.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-7592906283026870511</id><published>2010-01-21T07:22:00.000-08:00</published><updated>2010-01-21T09:07:37.852-08:00</updated><title type='text'>Jaz ali uma moça e alguns segredos.</title><content type='html'>Ainda no século retrasado, quando as crendices eram ainda mais fortes e os segredos mal contados levaram muitas moças a se atirarem aos rios com os bolsos cheios de pedra, tomarem veneno de cobra e enfim, utilizarem qualquer método que as fizessem sumir dos olhos alheios levando consigo a má fama que contraíram.&lt;br /&gt;Foi então que surgiu no povoado muito pouco povoado de Matita Perê uma mulher que trazia sua filha, já moça, e instalaram-se numa barraca perto da praça, que logo tornou-se muito frequentada pela placa, que com a melhor das intenções de sustentar-se, a mulher colocou na porta prometendo por poucas moedas de ouro livrar qualquer um do peso de seus segredos mais ocultos com a garantia de que jamais cairíam em bocas e ouvidos alheios.&lt;br /&gt;A mulher recebia os clientes na porta e sentava-se ali onde não podia ouvir nada, enquanto quem ouvia os muitos mortos carregados, os abortos de última hora, as noites de amores proibidos e a matança de bichos alheios era sua filha, lá dentro, onde podia escutar tudo e muito bem, e sem jamais dar qualquer palpite se despedia com os olhos que todos diziam ser de um azul reconfortante, chegada até ser considerada santa por alguns por jamais ter se ouvido boatos perigosos e almas perturbadas como as de antigamente perambulando por Matita Perê, mas isto é outro causo para mais tarde.&lt;br /&gt;Numa dessas manhãs de sol e vento ocasional, aparece na barraca dos segredos a mulher mais bem casada e agora mais rica e também mais bela daquelas redondezas quase que quadradas. A mulher do coronel chegou à moça dos olhos azuis com ares de preocupação e enquanto contava seus remorsos ocultos rolavam-lhe as lágrimas daqueles olhos verdes molhando o busto do vestido negro que usava, e diferente das outras que vinham pagou direto à moça filha e não à mulher mãe, que era quem cuidava dos negócios, e lhe abraçou, agradeceu, para logo cobrir o rosto de renda branca e sair dali como um desses pobres demônios fugidos. Foi quando a tarde a barraca foi derrubada pelo coronel bufando de raiva e com a arma em punho apontada para os olhos azuis da moça dos segredos, esse queria saber o que tinha acontecido com sua mulher, que depois daquela manhã não tinha mais sido vista por ninguém. A moça dos segredos em pânico fez alguns gestos mas daquela boca não saiu nenhuma palavra como de costume e com dois tiros na fronte morreu ali levando com ela todos as vergonhas e segredos de Matita Perê, inclusive o da mulher do coronel que horas antes lhe contou ter feito de propósito o aborto que matou o filho do coronel e não tinha sido um simples acidente de saúde como havia espalhado, pois casada sem amor, desde os tempos de moça tinha um amante que a levaria pra bem longe antes do relógio bater meio dia.&lt;br /&gt;A mãe da moça dos segredos tentou fugir na confusão, mas foi pêga pelo Coronel e antes desse lhe dar o mesmo destino que a filha, ela decidiu abrir a boca e contar-lhe que a filha jamais poderia ter falado nada, os sinais que a moça fez antes de ser interrompida pelas balas era pra lhe mostrar que era muda de nascimento e nem se quisesse espalhar pelo mundo tudo que sabia poderia tê-lo feito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-7592906283026870511?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/7592906283026870511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=7592906283026870511' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/7592906283026870511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/7592906283026870511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2010/01/jaz-ali-alguns-segredos.html' title='Jaz ali uma moça e alguns segredos.'/><author><name>Mariana Feistauer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vpvfQsZ785U/TJf4UeWRFVI/AAAAAAAAAEA/oXM-jv5uE9o/S220/05-11+124.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-2902153348364625061</id><published>2009-12-26T10:50:00.000-08:00</published><updated>2009-12-26T12:40:09.598-08:00</updated><title type='text'>"Fazer de Carlos, dono da vida de Carlos..."</title><content type='html'>E foi enquanto escapava de fininho na hora do brinde de Natal que, pela primeira vez, Carlos considerou positivo o fato de morar numa cidade de praia. Já estava com os pés enfiados na areia e a camiseta meio aberta pra sentir o vento lhe entrando pelos poros, quando percebeu que aquela sensação que o levara até ali não era só vazio, era vazio, mas era muito maior, e como não conseguiu nomeá-la decidiu pensar que ali estavam todas as suas frustrações, os seus medos, os mals amores, o vazio e tudo mais que lhe marejavam os olhos a essa altura de tempo.&lt;br /&gt;Nesses 20 anos, Carlos jamais tinha feito coisa alguma pra evitar este momento, que era na verdade um acúmulo de tudo que preferia não tocar, e naquela proporção já nem precisava, eram todos aqueles sentimentos que iam tocando-o e o abraçando com violência. Primeiro lhe veio Letícia à mente, ela era de todas "as elas" a única que estaria ali lhe afagando os cabelos, e ele jamais tinha ao menos se preocupado com os cabelos dela. Logo os projetos que nunca fez, os artigos que nunca publicou, os filmes que nunca filmou e as palavras que jamais disse lhe arranharam o corpo todo, mas o arranharam por dentro para que só ele pudesse ver as marcas profundas da vida, essa que na verdade não era a sua, mas que vivia, ou melhor, ver que na verdade nunca havia vivido, a vida que lhe era de direito.&lt;br /&gt;Agora por completo, tirou a camisa e enxugou as lágrimas, essas que jamais tinha deixado escorrerem pelo rosto, deixou que se esvaíssem pelos olhos até a última gota, até pelo último motivo que podia ter pra se arrepender, e gritou, gritou pra uma praia deserta, todas as dores que nunca gritara antes, e como se fosse consequência do grito o sol arrebentou no céu marcando cinco da manhã do dia 25/12/2009, o dia que Carlos ia guardar pra sempre na memória, não por ser Natal, mas por ter sido o dia que decidiu ali, sob o sol, enterrar naquela areia tudo que lhe machucava por dentro. Sem olhar pra trás calçou os sapatos recolheu a camisa, e tomou o rumo de casa com olhos diferentes, sorria e repetia pra ele que nos seis dias que lhe restavam daquele ano ia começar fazer de Carlos, dono da vida de Carlos e ia também tentar lembrar dos cabelos de Letícia, ou ao menos tentar ligar pra saber como ela passara o Natal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-2902153348364625061?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/2902153348364625061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=2902153348364625061' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/2902153348364625061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/2902153348364625061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2009/12/fazer-de-carlos-dono-da-vida-de-carlos.html' title='&quot;Fazer de Carlos, dono da vida de Carlos...&quot;'/><author><name>Mariana Feistauer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vpvfQsZ785U/TJf4UeWRFVI/AAAAAAAAAEA/oXM-jv5uE9o/S220/05-11+124.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-6652757949920019342</id><published>2009-11-18T12:33:00.002-08:00</published><updated>2009-11-18T14:44:05.712-08:00</updated><title type='text'>Condição</title><content type='html'>Já se iniciava a madrugada, quando em passos cuidadosos a loucura entrou em meu quarto, e me surpreendeu ali, dormindo, e foi me empurrando goela abaixo borboletas que tinha em seus bolsos, enquanto ia tentando engolí-las, notei que tinham aquele gosto difícil que só a felicidade tem. Logo abri os olhos, e me deparei com face e corpo da loucura, que já me agarrrava com força, mas devagar, e ia se infiltrando na minha pele até que sumiu, sumiu dentro de mim.Quando finalmente conseguiu ela, entranhar-se em minha alma, começou a dizer que ficaria ali me fazendo sentir aquele gosto difícil nos lábios, até que eu voltasse a me render aos cansaços do mundo e esquecesse dos prazeres meus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-6652757949920019342?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/6652757949920019342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=6652757949920019342' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/6652757949920019342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/6652757949920019342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2009/11/condicao.html' title='Condição'/><author><name>Mariana Feistauer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vpvfQsZ785U/TJf4UeWRFVI/AAAAAAAAAEA/oXM-jv5uE9o/S220/05-11+124.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2249015956616722754.post-724158663602578100</id><published>2009-10-24T17:14:00.000-07:00</published><updated>2009-10-24T18:24:09.660-07:00</updated><title type='text'>Por que Camaleônico?</title><content type='html'>A prioridade de um tempo pra cá, foi colocar a vida nos eixos, reencontrar-me em meio do caos.&lt;br /&gt;Reinventei, reorganizei e renovei muita coisa, desde roupas e sapatos, até minhas memórias, minhas lembranças, e meu tempo. O blog durante esses meses ficou por ali, na caixa dos meus prazeres, a qual deixei pra arrumar por último, precaução talvez, ou preguiça de divertir-me. Foi então que relendo-o vi quanto o momento norteia a forma de agir, mas não traduz sempre a verdeira essência, assim o blog entrou pro grupo dos renovados.&lt;br /&gt;O que era blog, ressurge como Camaleônico, nome inspirado na minha paixão pelos camaleões, bichos que carregam o ideal metamórfico de sempre mudar de cor e continuarem perfeitos perante sua natureza, esses também me lembram a liberdade que se permitem por conseguirem olhar em diversas direções ao mesmo tempo, sem perder seu foco.&lt;br /&gt;Nessa mistura de várias cores, e várias direções, é como consigo me traduzir da melhor maneira, despida de momentos e de qualquer outra questão, na minha forma mais nua e mais eu, tenho muito de camaleônica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2249015956616722754-724158663602578100?l=marianafeistauer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/feeds/724158663602578100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2249015956616722754&amp;postID=724158663602578100' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/724158663602578100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2249015956616722754/posts/default/724158663602578100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marianafeistauer.blogspot.com/2009/10/por-que-camaleonico.html' title='Por que Camaleônico?'/><author><name>Mariana Feistauer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vpvfQsZ785U/TJf4UeWRFVI/AAAAAAAAAEA/oXM-jv5uE9o/S220/05-11+124.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
