Tive um daqueles sonhos bons noite passada, aqueles com jeito de surpresa porque nada lá realmente aconteceu. Tinha um gosto, um jeito e até um cheiro de "queria-que-fosse-assim". Enfim no sonho, eu te escrevia uma carta mais para bilhete, podia meio que parecer até um poema, mas como não sei, nunca soube e acho que nem talento tenho para poeta, vou chamar de samba(mesmo a rima sendo pobre e melodia nenhuma existindo),porque samba todos dotados de visão e de alma sabem fazer.
Como todo sonho bom que não termina com brutalidades inexplicáveis, somos capazes lembrar de todo o final detalhadamente e é bem nesse momento que eu me vi te escrever, algo que dizia, ou melhor, algo que tocava(porque era samba), quase que assim:
"Se amanhã eu sentir saudades, acharei uns mil e mais uns por quês pra isso, os meus medos de nunca mais te ver vou esconder atrás da terrível distância das horas e fingir que não sinto-os tremendo sob ponteiros.
Vou lembrar de ti, do teu riso, tua voz, meus olhos que viam os teus assim: coloridos."
3 comentários:
''Como todo sonho bom que não termina com brutalidades inexplicáveis.''
Muito bem pensado esse tua frase,assim como teus textos!
Érico
Mariana,não sei se ja constei este fato,em algum outro comentario,mas a forma em que tu,emprega frases magnificas,lindas,em seus textos,sem o torna-lo algo,monotono,e muitas vezes,cansativo pra alguem que nao costuma ler textos como eu.
PARABÉNS PELAS BELAS HISTÓRIAS!!!
ABRAÇO.
SUCESSO!
Érico
Postar um comentário